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Um mês... sim, um mês. Já não metia os meus pézinhos lindos neste blog há um mês inteiro. O mês de Janeiro foi de loucos, desde trabalhos a exames, passando por... bem, basicamente tudo o que envolve o maldito universo da vida universitária.

Aproveitei uns míseros 4 dias - que por mim poderiam ter sido 4 meses - para fazer algo diferente: fui ali ao lado conhecer Londres. Num futuro próximo vou-me dar ao trabalho de fazer um post sobre o assunto.

 

A viagem envolveu desenterrar a minha bebé Nikon do pó que já se acumulava em redor da bicha e limpar também o pó aos meus incríveis dotes de fotógrafo. E se há mulheres que têm razões de queixa dos respectivos parceiros, são as mulheres de fotógrafos.

 

Senão vejamos:

  • A fotografia é provavelmente dos hobbies mais caros que existem. Quando um gajo compra uma máquina fotográfica nova, é certinho que nos meses seguintes anda alimentado a pão e água. Jantares românticos? Cinema? Lasanha do Lidl, uma velinha em cima da mesa e um filme do wareztuga e passar na televisão. E não reclama.
  • Tirar uma foto daquelas do aponta e dispara é coisa impossível. O enquadramento tem de estar perfeito, ISOShutter Speed Aperture no ponto, o modelo tem de estar na posição certa, a incidência da luz... São 10 fotos seguidas para conseguir criar o momento perfeito. Por volta da terceira foto já a Maria está a olhar para o relógio e a bater com o pé, tamanha a impaciência.
  • Cacos velhos e casas abandonadas são a desculpa perfeita para uma matiné de fotografia. E quanto mais rançosa for a casa melhor. O ideal é ter menos de quatro paredes em pé e algumas seringas pelo chão.
  • Os fotógrafos passam horas a fio em frente ao computador. Entre editar fotos, pesquisar novas maquinas e material, ler reviews, manuais e tutoriais, são horas que a sua cara metade nunca vai recuperar. Em suma, é bom que comecem a habituar-se à ideia de dividir o vosso homem com a câmara e o tripé.
  • Por fim: nunca, mas, por favor, NUNCA toquem em qualquer câmara, lente, tripé, filtro ou qualquer outro elemento do universo da fotografia do vosso homem sem lhe pedir autoriação primeiro... É que é discussão certa. Não gostam que vos mexam na vossa preciosa maquilhagem, pois não? É exactamente a mesma coisa amiguitas.

 

Numa nota positiva, não têm necessidade de tirar selfies da moda, porque vão ter sempre as melhores fotos de perfil para o vosso Facebook.

 

É medir os pros e os contras. A minha Maria nem se queixa muito, só me dá umas arruchadas de vez em quando.

 

 

 

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Estamos em pleno século XXI, sim. A liberdade de expressão existe, sim. No entanto, é a minha opinião que por vezes os media usam e abusam desta noção de "liberdade de expressão", que chega a atingir requintes de bullying para com um indivíduo, ou povo, uma nação ou uma religião. E é ténue, a linha que separa estes dois conceitos.

 

Com tanta polémica em redor do assunto do massacre na Charlie Hebdo, tentei manter-me à margem e não fazer nenhum post sobre o assunto, por um lado por pensar que já é suficiente o mediatismo que estão a dar à situação - como sempre há os casos de quem se aproveita da desgraça dos outros, categorizando as suas acções egocêntricas como ajuda humanitária, e agora a novidade é a generalização massiva de que o islamismo é uma grande fachada terrorista, e toca de vandalizar tudo o que é monumentos e mesquitas islâmicas - e por outro lado por receio de ser queimado na fogueira pela opinião que tenho. Se "somos todos Charlie"? Não, não somos. 

 

Facto: nada, mas NADA, meus caros, justifica tamanho acto animalesco como tirar a vida a outra pessoa na tentativa de defender uma causa. É a pior atrocidade que pode ser cometida, e o facto de se ter tornado prática corrente nos dias de hoje, em que ligamos a televisão e o primeiro que ouvimos é "um ataque vitimou x pessoas em tal sítio", é algo que me dá vontade de cagar nesta noção de humanidade que contruímos e emigrar para Marte.

Ainda assim, também não posso deixar de condenar, de certo modo, a abordagem satírica, por vezes extremista, do Charlie Hebdo em todos os assuntos das suas publicações, mas princialmente para com a comunidade islâmica. Porque a verdade é que se o mesmo se passasse ao contrário, a abordagem do jornal era prontamente considerada pelo mundo ocidental como uma qualquer forma de terrorismo social.

 

Como não me quero alongar muito sobre o assunto, porque a verdade é que opiniões valem o que valem e cada um tem a sua, digo-vos isto:

O verdadeiro herói da história, que só ao fim de 48h é que está a receber algum crédito, é um dos dois polícias mortos no ataque. Ahmed Merabet, também ele muçulmano, morreu ao serviço das forças policiais francesas a lutar contra extremistas da sua própria religião, na tentativa de proteger a redação de um jornal que gozava... com a sua religião.

 

Dá que pensar.

 

 

 

 

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Pois é: mais um que passou. Esta nossa Terrinha cujo solo pisamos festejou mais um aniversário e conta agora com 4.54 biliões de aninhos. Nada mau.

E com o chegar de um novo ano o pessoal adora pedir desejos a torto e a direito, comer umas passas e murmurar umas postas de pescada daquilo que gostaria que de bom acontecesse neste novo ano, que nem um vodoo macabro.

Pois eu gosto de me sentar no meu cantinho, relaxar um pouco e pensar no que de bom consegui alcançar no ano que terminou, e mais que isso, em tudo o que correu mal, para tentar que não se volte a repetir.

 

Neste ano recém terminado de 2014 até que a vida não me correu mal de todo. O grande feito do ano foi ter conseguido alcançar um dos meus sonhos, o de me licenciar, numa área da qual realmente gosto.

Quando fazes do teu hobbie o teu emprego, a vida corre, invariavelmente, um pouco melhor. E é pena que tanta gente se acomode à vida - muitas vezes infeliz - que tem, e não tente dar uma volta de 180º seguindo um outro rumo.

 

Mas se o ano de 2014 já foi bom, este novo ano de 2015 prevê-se ainda melhor. Vão haver surpresas e mudanças, todas elas positivas (esperemos), e será com muito gosto que continuarei a actualizar este cantinho com tudo o que de bom irá acontecer.

 

Sem mais, resta-me desejar-vos a todos um excelente ano de 2015, e que todos os vossos desejos se realizem. Mas esforcem-se o mínimo para que isso aconteça, não sejam como os idiotas que fazem o vodoo das passas e de seguida sentam o seu traseiro anafado na cadeira, esperando sentados que as coisinhas lhes caiam todas ao colo.

 

Um brinde ao Sócrates, que deve ter sido o Português que mais meditou na vida esta passagem de ano.

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Sim, sou eu. Não, não é miragem. Sim, eu sei que não meto os pés aqui vai para uma eternidade. Não, não desisti do blog. Estamos esclarecidos? Ainda bem.

Com toda a sinceridade, o mestrado apareceu sem avisar, com um par de luvas de boxe calçadas, e deu-me uma valente carga de porrada no lombo. E no fim ainda me trancou em casa e me disse que se sair de lá antes de finais de Janeiro levo mais umas cacetadas. Consegui escapar um par de dias para jantar com a família e trocar umas prenditas, mas hoje já levei mais 3 bofetadas que até andei de lado.

 

Anyway, espero que tenham tido um bom natal, para quem o festeja, ou um bom malkh, hanukkah, ou newtonmas, ou qualquer outra celebração que envolva uma boa refeição em família e umas prenditas porreiras. Eu cá comi que nem a Mama June e recebi uma ou outra prendita porreiras. Umas botas timberland que andava a namorar (obrigado mamã), um monitor de actividade Fitbit Charge (obrigado amorzinho) e uns trocos dos tios e dos avós que vão dar jeito para umas viagens num futuro próximo. (não vou contar que assim o pessoal tem de vir aqui cuscar até descobrir.)

 

Agora é voltar à faina que há mais coisas para fazer do que tempo para as acabar... E só por curiosidade, conto-vos a última idiotice que me aconteceu: hoje, depois de uma noite um bocado mal dormida, estive desde as dez horas da manhã às seis da tarde com o nariz enfiado entre o computador e dicionários. Às seis fui correr para mexer um bocado o esqueleto, volto para casa, dispo o equipamento com a intenção de o enfiar na máquina de lavar, e quando dou por mim estou a abrir o microondas em vez da porta da máquina... "És mesmo estúpido", pensei para mim, e enquanto o pensava, abri o caixote do lixo e meti para lá o equipamento. E só me apercebi do que tinha feito uns bons 30 segundos depois.

 

Há dias assim.

 

 

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Hoje acordei, levantei-me da cama, dirigi-me à cozinha, enchi um copito de leite de soja e fiz umas torradas, sentei-me à mesa e liguei o portátil. Entrei aqui no blog e por curiosidade fui às estatísticas. Acabado de acordar, olho para a enxurrada números que lá aparecem e penso para mim "quatro ponto cento e cinquenta e quatro pessoas? Mas que idiotice é esta?..." 

Pois... que inocente. Depois de olhar várias vezes e fazer refresh na página outras tantas, atingiu-me: quatro mil, cento e cinquenta e quatro visitas. Quatro. Mil.

 

Não faço ideia de como isto funciona, mas ao que parece o meu último post foi parar à página inicial da Sapo. Comecei com este blog por pura brincadeira há pouco mais de um mês e pensei que as únicas visitas que iria alguma vez receber seriam da minha santa mãezinha e de um par de amigos, e ver naquela página um número que tem de ser separado por um ponto é algo surreal.

Não sei bem como é que isto da página da Sapo funciona, se é completamente ao acaso ou se há algum gnomo por detrás de um mini-computador que decide quais as página que merecem ser publicitadas, mas qualquer das maneiras quero agradecer a todas as quatro mil, cento e cinquenta e quatro pessoas que perderam uns segundos da sua vida para carregar numa hiperligação e ler um texto escrito por mim.

 

E como esta maré de visitas não vai durar para sempre e amanhã já volto à minha média de 3 visitas diárias, aviso-vos já que vou imprimir a imagem abaixo e dormir com ela debaixo da almofada. (ou a fazer conchinha)

 

 

OMFG2.jpg

 

 

 

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Vá, vamos lá desabafar um bocado.

Homens, vocês que têm mulher, namorada, amiga especial ou qualquer tipo de presença feminina na vossa vida, vocês sabem... Sabem que há dias em que elas estão naquela altura do mês ou então estão simplesmente a testar a nossa paciência, e a vontade por vezes é de carregar no botão mute do comando para não ter de passar por todo aquele drama para o qual elas nos tentam arrastar.

 

Eu, felizmente, até que nem me posso queixar, mas para as pobres almas que sofrem regularmente deste mal, eis algumas dicas para vos ajudar a não meter a pata na poça e a não libertar o Kraken.

 

1. Não.

Tal palavra não consta no léxico de nenhuma mulher, excepto quando pronunciada por elas mesmas. É que nem vale a pena tentarem... 

 

2. "Em que é que estás a pensar?"

Isto, meus amigos, é brincar com fogo. Vocês não querem - repito - NÃO QUEREM abrir essa caixa de Pandora. Deixem-se de idiotices.

 

3. Acalma-te.

Estás mesmo a pedir para levar um estouro na boca... 

 

4. Qualquer referência a qualquer uma das tuas ex's.

 Se nunca fizeste isto não sabes o que é temer pela tua vida.

 

5. Amo-te.

Esta tem um senão. Quando usada de maneira sentida e sincera é quase como um comprimido mágico que cura tudo. O problema é que a intenção do uso desta palavra consegue ser farejada à distância por qualquer mulher. Assim que a ouvem conseguem dizer se estás a ser sincero ou não, e como diz o ditado: "Se brincas com o fogo, es gajo para levar uma bofa em pleno restaurante".

 

O conhecimento já o têm, agora use it wisely.

 

 

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Sempre fui um gajo que gosta de comer, e se virem fotos minhas de quando era puto, até se nota bem esse meu gosto pela comida, nomeadamente na zona abdominal. (era um bocado badocha, vá)

Mas só recentemente comecei a descobrir uma paixão também por cozinhar. E sendo a dita paixão uma coisa recente, não sou, obviamente, nenhum concorrente ao MasterChef - longe disso - e o meu á-vontade na cozinha ainda é uma arte por dominar... Ora, isto levanta alguns problemas relacionados com dois factos que passo a apresentar:

 

Facto 1 - Sou um desastre ambulante. Não há pedra de calçada na qual não consigo tropeçar, nenhum canto de qualquer móvel está a salvo de levar com uma canelada minha, e ter algo na mão sem o deixar cair é missão impossível. E visto que uma obrigatoriedade na cozinha é o uso de objectos cortantes, isto leva-nos ao seguinte facto.

 

Facto 2 - Sofro de um tipo leve de hemofilia que, para quem não conhece e traduzindo por miúdos, é uma incapacidade da correcta coagulação do sangue. E como se isso não bastasse, ainda tenho assim puro pavor algum medo de ver sangue, chegando mesmo a desmair quando isso acontece. Muito másculo, eu sei.

 

E eu até tenho bastante cuidado, mas ontem os astros alinharam-se para o desastre. Enquanto cortava bróculos com uma faquita de tamanho generoso, eis que a dita deve ter olhado para a minha mão esquerda e deve ter pensado que não havia sentido nenhum em eu ter duas mãos bonitas e perfeitamente simétricas, e decidiu então arrancar-me a ponta do dedo mindinho, sem saber - coitada - que tal não é possível e que há mais na anatomia humana do que aquilo que está à superfície - nomeadamente ossos.

Ainda soltei um grito de aviso, mas de nada serviu: o mal estava feito. 

 

Larguei a correr qual Usain Bolt na direcção da caixa de primeiros-socorros, saquei de um penso rápido, botei-o no dedo e sentei-me no corredor a respirar fundo para não me dar um piripaque. Aguentei estoicamente todo aquele drama, enquanto a minha gaja linda e maravilhosa namorada estava arrochada no sofá, a roncar, com a gata ao colo.

Neste momento já passaram umas boas 18h de todo o sucedido e ainda nem me atrevi a analisar bem a lesão que esta brincadeira fez... vou só olhando de relance de vez em quando para ter a certeza que ainda aqui está o dedo inteiro.

 

Sou um mártir.

 

 

 

 

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Muito se fala hoje em dia de privacidade. Mas o que é, afinal, a privacidade?

 

Como conceito, a palavra privacidade é essencialmente o direito ao controlo que todos nós temos sobre que aspectos da nossa vida privada de são tornados públicos. Já desde Julian Assange e o seu Wikileaks, e posteriormente com Edward Snowden e o escândalo da NSA, que se tem vindo a desenvolver uma maior consciencialização e sensibilizaçao para esta noção do que é público e o que é privado.

 

A moda recorrente nos dias de hoje é o povo ficar escandalizado quando contas de celebridades são hackadas e são reveladas fotografias 'privadas', ou quando o site Snapchat sofre também um ataque e são roubadas milhares de imagens de jovens, muitos deles/as menores de idade, também consideradas 'privadas'. Por fotos privadas entenda-se fotos sem roupa. (Fotos porcas, se é que me entendem.)

Mas pergunto eu na minha ignorância: vocês, suas alminhas ignorantes, pensavam que a internet era como a vossa casa, onde podiam enfiar as vossas fotos comprometedoras num cofre fechado à chave ao qual ninguém tem acesso? Só porque exite um algoritmo numérico ao qual deram o nome de password e que apregoam como sendo a coisa mais segura do mundo?

 

E será também corecto criticar as gigantes tecnológicas como o Facebook, Microsoft, Apple e demais por quererem controlar os seu utilizadores com algumas técnicas como aceder automaticamente à localização dos mesmos ou controlarem o que escrevem nas aplicações e serviços para poderem 'fornecer' publicidade adaptada a cada pessoa? É óbvio que todas estas empresas de nova geração não vivem do ar, e a publicidade gera milhões. Mas quem é que vos obriga a utilizar os seus serviços e aplicações?...

 

Vivemos num mundo digital, de computadores e tablets, de smartphones e smartwatches, onde se tornou hábito partilharmos com o mundo as fotos de viagens que fazemos aqui e ali com o resto do mundo ao invés de as guardarmos no álbum lá de casa como acontecia antigamente. Tiramos selfies porque sim e porque não, fotografias sem nexo nem contexto com o único propósito de as partilhar nas redes sociais. Partilhamos de bom grado com o mundo os espaços onde estamos a um dado momento, através de fotos e aplicações próprias para o efeito. Até as ditas fotos 'privadas', que tanta tinta fizeram correr, foram captadas com o objecivo de serem partilhadas com alguém, ou não?... Talvez não com tanta gente, mas isso levanta a questão: porquê, em vez de as mostrar a quem de direito e apagar as provas do crime, guardá-las na cloud ou em qualquer outro canto do mundo online?

E os tão famosos programas de Big Brothers e Secret Stories? Mandar uma cambada de idiotas incultos indivíduos para uma casa com dezenas de câmeras e exibir tudo na televisão nacional é sem dúvida a maior invasão de privacidade que posso imaginar... No entanto há quem se sujeite a este tratamento, e nós, no quentinho da nossa casa, seguros e anónimos, sentamo-nos no sofá a esmiuçar a vida de pessoas que não nos dizem nada, quais voyeurs, como se de um jogo se tratasse. 

 

Então, em que é que ficamos? É correcto culpar estas empresas de não respeitarem a nossa privacidade quando nós mesmos não o fazemos? Estão estas empresas a roubar-nos a nossa noção de privacidade, ou estamos nós a entregá-la de bandeja? E o que é na verdade, nos dias que correm, a privacidade?

 

 

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Sara Moreira, atleta portuguesa, acaba de alcançar o terceiro lugar na difícil maratona de Nova Iorque. Uma enorme surpresa, visto que Sara se especializa nos 3000 metros com obstáculos e em provas de fundo e meio fundo, e esta foi a primeira vez que se aventurou na participação numa maratona.

 

Como desportista quero desde já congratular a atleta pelo enorme feito, e aproveitar também para agradecer, pois hoje trouxe um pouco mais de visibilidade a Portugal e a este espetacular desporto.

 

Bem-haja, e agora é descansar as pernas que amanhã é outro dia!

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Sempre acreditei que toda a gente tem um pouco de espirito competitivo dentro de si, até aquelas mosquinhas mortas que, por eles, "ganhar ou perder, o que interessa é participar". Pois essa balela comigo não pega, meus caros.

Eu cá sofro de um grave problema: excesso de competitividade.

 

Regra geral é-me bastante fácil controlar estes impulsos competitivos, mas depois acontece que faço desporto regularmente... Ora nestas alturas, meus amigos, a coisa dá para o torto. Mesmo praticando desportos individuais, na minha cabeça sou capaz de criar os cenários de competição fictícia mais estapafúrdios com o não-sei-das-quantas que vai uns metros à minha frente quando corro, ou o que nada só um pouco mais depressa do que eu quando vou à piscina. Mas regra geral isto é sol de pouca dura, pois as pessoas não fazem ideia da competição em que estão a participar contra a sua vontade... Mas eis que hoje achei o meu rival.

 

Estava eu na piscina a chapinhar um bocado quando, aborrecido, começo a tentar acompanhar um moço que chapinhava na pista ao lado... E não é que o gaiato começou a entrar no espírito da coisa e a competir também?! Parecíamos uns maluquinhos, em modo racing, a fazer piscinas para trás e para a frente. Acabei por ser eu a dar por terminado o evento olímpico porque o moço tinha mais pernas do que estava à espera... Mas não esperas pela demora, jovem sem nome, pois se começas a ser frequentador regular da piscina, ainda vamos ter uma desforra.

 

Sim, acho que tenho um problema.

 

 

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